Setembro 16, 2003
Mudança de ares
Pessoas, é o seguinte.
Não sei se acontece com todo mundo, mas o mistério é que meu blog não aparece inteiro por aqui. Então, arrumei minhas tralhas e estou me mudando para o Uiaqui no Blogger.com.br. Apareçam por lá, o café já tá na mesa.
Comments:
Não sei se acontece com todo mundo, mas o mistério é que meu blog não aparece inteiro por aqui. Então, arrumei minhas tralhas e estou me mudando para o Uiaqui no Blogger.com.br. Apareçam por lá, o café já tá na mesa.
Comments:
Setembro 13, 2003
ainda lutando contra o template pela metade... argh!
Comments:
Comments:
Setembro 11, 2003
Ai, cazazio mas acho que não tá aparecendo a parte inferior do meu blog. Saco.
Mudei o template. Vamos ver se agora a coisa fununcia.
Comments:
Mudei o template. Vamos ver se agora a coisa fununcia.
Comments:
Terminei de ler uma das histórias do Quatro Estações, de Stephen King. A Primavera Eterna, que foi filmado com o nome de "Um Sonho de Liberdade".
Caramba, o preso passou 26 anos cavando a parede de sua cela e levando o entulho aos punhados no bolso para jogar no pátio, até escavar 1,20 m de concreto e conseguir fugir. Escondia o buraco na parede com um pôster. E, só pra encher o saco de quem não viu o filme e não leu a história, o fim é que ele consegue fugir, sim, sim.
Legal. Quanto será que mede a divisória de eucatex daqui?
Comments:
Caramba, o preso passou 26 anos cavando a parede de sua cela e levando o entulho aos punhados no bolso para jogar no pátio, até escavar 1,20 m de concreto e conseguir fugir. Escondia o buraco na parede com um pôster. E, só pra encher o saco de quem não viu o filme e não leu a história, o fim é que ele consegue fugir, sim, sim.
Legal. Quanto será que mede a divisória de eucatex daqui?
Comments:
Setembro 09, 2003
Andar de ônibus tem algumas vantagens. Olhar a paisagem, por exemplo.
Cartaz lá no Morro: Aqui vende piocanga: o matador instantâneo de piolhos e lêndeas.
Mais pra frente: Igreja Petencostal. O Senhor pelejará por vós.
Hoho, logo cedo.
Comments:
Cartaz lá no Morro: Aqui vende piocanga: o matador instantâneo de piolhos e lêndeas.
Mais pra frente: Igreja Petencostal. O Senhor pelejará por vós.
Hoho, logo cedo.
Comments:
Setembro 08, 2003
Yucatan. Comida boa, lugar bom e preço comível.
Mas tem que ir e pedir o Festival Mexicano, que é um rodízio de tudo o que tem no cardápio. Tacos, taquitos, enchilladas, burritos, guacamole... pra comer até não aguentar mais, nham, nham!
E o regime fica pro ano que vem, hehehe!
Comments:
Mas tem que ir e pedir o Festival Mexicano, que é um rodízio de tudo o que tem no cardápio. Tacos, taquitos, enchilladas, burritos, guacamole... pra comer até não aguentar mais, nham, nham!
E o regime fica pro ano que vem, hehehe!
Comments:
Roubei desavergonhadamente da Ticcia, no Megeras. Maravilhoso.
Pipocas da vida
Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser
milho para sempre. Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando
passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser
é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação
que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho,
o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade,
depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade
da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela,
lá dentro cada vez mais quente, pensa que
sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma,
ela não pode imaginar um destino diferente para si.
Não pode imaginar a transformação que está sendo
preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo
de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo
a grande transformação acontece: BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente,
algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos
o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente,
se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir
coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho
que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste,
já que ficarão duras a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva.
Não vão dar alegria para ninguém.
Extraído do livro O amor que acende a lua de Rubem Alves.
(Colaboração da Paulinha, MM's honorária)
Comments:
Pipocas da vida
Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser
milho para sempre. Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando
passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser
é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação
que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho,
o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade,
depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade
da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela,
lá dentro cada vez mais quente, pensa que
sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma,
ela não pode imaginar um destino diferente para si.
Não pode imaginar a transformação que está sendo
preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo
de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo
a grande transformação acontece: BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente,
algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos
o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente,
se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir
coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho
que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste,
já que ficarão duras a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva.
Não vão dar alegria para ninguém.
Extraído do livro O amor que acende a lua de Rubem Alves.
(Colaboração da Paulinha, MM's honorária)
Comments:

